Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

\ Especial
Altera o
tamanho da fonte
a-
A+
O incrível gol perdido e o fantástico gol contra do Dorizo

Durante o jogo da Major League Soccer entre Los Angeles Galaxy e Kansas City Wizards, o atacante Kei Kamara, dos Wizards, perdeu o gol mais feito do mundo. A bola rolando em cima da linha, sem goleiro e o jogador, além de errar, ainda colocou a bola pra dentro com o braço. E o juiz percebeu. O jogo terminou 0 x 0. Como diriam meus antigos amigos do Araranguá: "Nossa, mas é ruim"...

Um "causo" pior do que este só o que contava o João Sônego, comentarista esportivo de Criciúma. Dizia ele que, num desses embates amadores da década de 40/50, um time do Bairro Próspera tinha Dorizo Rocha como zagueiro. Conheci Dorizo - homem simples, ex-vereador, operário e cidadão de inteligência rara, companheiraço leal.

João Sônego disse que, um dia qualquer, num jogo qualquer, Dorizo foi bater o tiro de meta. O goleiro foi até o bico da pequena área, colocou a bola pro Dorizo chutar e foi voltando calmamente para o gol. De repente, viu a bola passar por ele e entrar. O que aconteceu?

A torcida ainda gargalhava e os adversários gritavam: "Goooooolll". O juiz apontando o meio do campo.
É que Dorizo foi bater o tiro de meta, errou o chute e, na volta, bateu como calcanhar na bola e fez o gol contra.

Veja o vídeo do incrível gol perdido pelo atacante americano:

--- POUCAS coisas de Criciúma me dão saudades. Esta foto, do arquivo de Hélio Bento e extraída do Portal Engeplus, é, justamente, do ano em que cheguei a Criciúma, aos 17 anos (1961). À direita, o prédio da antiga Prefeitura (segunda construção). Agora a suprema saudade e ironia dessa maravilha que é o Destino: aquela Rural Willys estacionada (a segunda da direita para a esquerda) foi o primeiro carro que dirigi, sem saber nada de direção. Era da prefeitura, de uso do mano Aryovaldo, secretário do prefeito Nery Rosa. Um dia, o Ary me deixou a chave pra cuidar e, à noite, eu resolvi "dar uma banda". Andei feito um idiota até Forquilhinha (18 quilômetros), estrada de chão e, de lá, não sabia dar ré, depois de entrar num beco estreitíssimo. Foi uma trabalheira sem tamanho até arranjar um jeito e descobrir como se dava ré e não cair na valeta ao lado da estrada. Sorte que, naquele tempo, só almas penadas andavam à noite naquelas estradas...

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Odir Barni
Aderbal, pra empatar com o Dorizo, só o Valdir Appel de Brusque, seu gool foi comentado no mundo todo, próprio de um goleiro de pouca sorte. Num jogo contra o Bangú, o brusquense Valdir saiu jogando com a mão, e acabou lançando contra a própria rede. Valdir conta esta história em seu livro. Coisa que os vascaínos não mereciam, nem o Valdir que é de uma tradicional família paysanduana de primeira linha, se fosse do Carlos Renaux não faria isto. Brincadeira.
Odir Barni
Aderbal, pela foto dá pra ver os carros do ano, Rural willys e Aerowillys, tinham 3 marchas, molas convencionais, só em 1966 veio com molas aspiral. Dá pra ver que além de radialista, como diziam os antigos, vc fez história em outras atividades. Gosto de contar mas também de escutar essas histórias , próprias de gente que soube viver. Que Deus proteja, por muitos anos, a consciência de todos nós.

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

publicidade
publicidade
publicidade
publicidade
publicidade