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\ Política
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Realidades da eleição e da sucessão

Todos os novos lances do jogo político-sucessório de Santa Catarina endereçam para o reconhecimento de algumas realidades:

a) a polialiança já era; a Tríplice também, por consequência;

b) o poderio governista não significa handicap; pelo contrário, é pepino puro, tantas são as divisões por interesse geradas a partir dele e dentro dele;

c) para um governo que se diz o suprassumo da eficiência, a fotografia não está boa e nem muito bem focada. Os resultados das negociações políticas e partidárias, internamente, e as pesquisas eleitorais, externamente, indicam exatamente o contrário - o povo quer mudança e mudanças fundas;

d) o candidato que, dentro da Tríplice Aliança, tem a maioria das preferências indicadas nas pesquisas, é justamente aquele que não exercitou o poder de decisões dentro do governo atual: Raimundo Colombo. Ou seja, não se contaminou pelos resultados e nem pelas causas das estrepolias vividas pela administração.

Esta leitura, contudo, embora fácil de ser feita por qualquer observador mediano, é inadmissível para os maiorais do governo, principalmente Luiz Henrique, que continua acreditando na supremacia do seu poder. E é aí que mora o perigo.

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Joao
E as decisões em nível nacional com possibilidades fortes de alianças, apontam o isolamento do PMDB estadual, que ficou na contramão.
Marcelo Thomazi
Raciocinando com base em suas ponderações, posso concluir então que, dos principais líderes dos partidos da tríplica aliança, o que está pior na foto é, sem dúvidas, o Pavan: primeiro porque está exercitando o poder aliado ao atual grupo pelo qual se observam rupturas (entre eles mesmos e com o próprio povo que parece querer mudanças); segundo depois do desgaste sofrido com a Operação Transparência.. neste sentido, PF e MP gozam de muito mais credibilidade perante à opinião pública. Culpado ou inocente em quem o eleitor acreditará? Ou seja: se "pho&%eu"!

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